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Parece que André Ventura só se contenta quando a polícia investiga estrangeiros ou minorias e membros de outros partidos, mas não membros do seu partido CHEGA. Após duas investigações da polícia aos dirigentes do partido CHEGA; um que abusou sexualmente da própria filha e outro que fez discurso de ódio e racistas contra a comunidade cigana, o líder do CHEGA, André Ventura não ficou contente com a polícia. As buscas realizadas esta quarta-feira, 25/03/2026, na Câmara Municipal de Albufeira, presidida por Rui Cristina, eleito pelo CHEGA, desencadearam uma reação imediata de André Ventura, que condenou a atuação das autoridades policiais e levantou críticas à forma como o processo está a ser conduzido. O Ministério Público confirmou a realização das diligências, esclarecendo que estão inseridas num inquérito dirigido pelo Departamento de Investigação e Ação Penal Regional de Évora, mas sem adiantar quaisquer detalhes por o processo se encontrar em segredo de justiça. Numa publicação na rede social X, André Ventura considerou a operação “lamentável” e acusou as autoridades de recorrerem a “poderes policiais e coercivos para intimidar um representante do povo”. Acrescentou: ” parece que estão focados em perseguir a direita”. O dirigente associou diretamente a atuação ao presidente da autarquia, Rui Cristina.

Parece que André Ventura só se contenta quando a polícia investiga estrangeiros ou minorias e membros de outros partidos, mas não membros do seu partido CHEGA.

Após duas investigações da polícia aos dirigentes do partido CHEGA; um que abusou sexualmente da própria filha e outro que fez discurso de ódio e racistas contra a comunidade cigana, o líder do CHEGA, André Ventura não ficou contente com a polícia.

As buscas realizadas esta quarta-feira, 25/03/2026, na Câmara Municipal de Albufeira, presidida por Rui Cristina, eleito pelo CHEGA, desencadearam uma reação imediata de André Ventura, que condenou a atuação das autoridades policiais e levantou críticas à forma como o processo está a ser conduzido.

O Ministério Público confirmou a realização das diligências, esclarecendo que estão inseridas num inquérito dirigido pelo Departamento de Investigação e Ação Penal Regional de Évora, mas sem adiantar quaisquer detalhes por o processo se encontrar em segredo de justiça.

Numa publicação na rede social X, André Ventura considerou a operação “lamentável” e acusou as autoridades de recorrerem a “poderes policiais e coercivos para intimidar um representante do povo”. Acrescentou: ” parece que estão focados em perseguir a direita”. O dirigente associou diretamente a atuação ao presidente da autarquia, Rui Cristina.

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